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Porteiro é agredido por duas mulheres após barrar entrada delas em condomínio de Goiânia

Imagens mostram quando uma delas pega uma bolsa e bate na cabeça de Edson Soares dos Santos, de 42 anos. À polícia, elas disseram que revidaram agressão do porteiro

O porteiro Edson Soares dos Santos, de 42 anos, disse que foi agredido por duas mulheres após barrar a entrada delas em um condomínio de Goiânia.

Imagens do circuito de segurança do prédio mostram quando uma delas pega uma bolsa e bate na cabeça de Edson (veja vídeo). Em depoimento à polícia, elas disseram que revidaram a agressão do porteiro.

O caso aconteceu no último dia 20, por volta de 23h, mas as duas mulheres prestaram depoimento só na manhã desta sexta-feira (28).

Segundo Edson, o problema começou quando ele hesitou em deixá-las entrar no condomínio. Ele disse que não reconheceu as mulheres como sendo moradoras e pediu para que elas fizessem a identificação por biometria, mas elas não gostaram. Ele disse que foi xingado, levou um soco e foi atingidor por uma das suspeitas com uma bolsa.

“Por não saber quem são essas moradoras, eu acabei barrando essas pessoas, e pedi para que elas identificassem através da biometria, para saber se é moradora ou não. E elas acabaram falando palavras pesadas para mim, acabaram me agredindo verbalmente e fisicamente”, disse o porteiro.

No entanto, o advogado Wellington Barros, que faz a defesa das mulheres, disse que elas revidaram agressão do porteiro, mas admitiu que houve “excesso” por parte das clientes.

“Com certeza foi um caso recíproco, primeiro elas foram vítimas, e após teve um excesso que desenrolou as outras questões”, disse o advogado.

Ainda conforme Wellington, há novos vídeos que podem ajudar a provar a versão das mulheres, de que o porteiro teria agredido elas.

“Elas são vítimas. Juntamos já novos vídeos que comprovam essa versão, e já está junto com o delegado. O agressor, pelo que está no vídeo, é o próprio porteiro. Pela forma que se desdobrou, teve excesso, então, elas vão responder pelos excessos, e ele também vai responder pelas agressões dele”, alegou a defesa.

Em depoimento à Polícia Civil, elas disseram que se irritaram com a história da biometria, e quando elas entraram, elas acabaram sendo xingadas também.

A polícia ainda vai ouvir mais duas testemunhas durante as investigações. Foi registrado um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO), porque se trata de um crime de menor potencial ofensivo. Elas devem responder por injuria, ameaça e lesão corporal.

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