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Furto em condomínio Moradoras de condomínios de luxo são suspeitas de invadir unidades

Segundo as vítimas, as mulheres utilizavam o aplicativo do prédio para garantir que moradores não estavam em casa antes de invadir os apartamentos. Além dos vizinhos, prestadores de serviços também foram lesados.

A Polícia Civil investiga mãe e filha, que moram em condomínio de luxo, suspeitas de invadirem apartamentos de vizinhos para cometer furtos. Os crimes ocorreram em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo as investigações, as mulheres fizeram várias vítimas. Elas furtaram joias, bolsas e outros objetos, a maioria de grife.

Pelo aplicativo do condomínio, as mulheres aguardavam os vizinhos fazerem reservas para utilizar a piscina ou academia. Após se certificarem de que não teria ninguém em casa, elas tentavam abrir as portas dos apartamentos e cometiam os furtos.

Uma das suspeitas se dizia influenciadora digital e tinha mais de 40 mil seguidores nas redes sociais, mas apagou a conta após as denúncias.

Uma moradora, que prefere não se identificar, teve o apartamento invadido enquanto estava na área de lazer do prédio. Ela conta que perdeu todas as joias. O prejuízo ultrapassa 15 mil reais.

“Ela entrou no meu apartamento provavelmente quando eu estava em um momento de divertimento. Eu não sei se ela destrancou a porta ou encontrou aberta, mas eu tive todas as minhas peças roubadas, como diversas vizinhas. Só da minha casa foram R$ 15 mil”.

Os vizinhos já estavam desconfiando dos furtos cometidos nos apartamentos do condomínio, mas só descobriram quem eram as mulheres após uma vítima encontrar uma das suspeitas dentro do quarto, ao chegar em casa. Ao questionar a mulher, ela disse que se enganou de apartamento.

Dias após ser encontrada dentro dessa residência, as mulheres invadiram a casa da empresária Lenimar Rezende, que mora no local há seis anos. Ela disse que também teve todas as joias furtadas.

“Foram joias, como pulseiras, anel, correntes e até minha aliança. Não é fácil para nós, porque, além do bem material, fica a sensação de medo depois”, disse.

Ainda segundo as investigações, prestadores de serviço também foram vítimas das mulheres. Uma empregada doméstica teve R$ 100 furtados da carteira. O personal trainer do condomínio não recebeu pelas aulas e teve um prejuízo de R$ 2 mil. A maquiadora Silvia Lopes atendeu uma das mulheres, mas também não recebeu pelo trabalho.

“Ela agendou um horário para fazer cabelo e maquiagem e, após fazer toda a produção, ainda tiramos uma foto e ela ficou de transferir o dinheiro, mas durante muito tempo nós fizemos contato cobrando e não tive retorno”.

De acordo com a Polícia Civil, as mulheres investigadas já têm passagem por estelionato e os golpes aplicados chegam a R$ 100 mil. Elas também tinham uma carteira de identidade com o nome e foto da ex-empregada.

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