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Descarte de etiquetas é essencial

Lixo que nem sempre é descartado corretamente pelos moradores, sejam nas residências ou em condomínios. O síndico profissional Fernando Angelucci Fernandes, de 60 anos, faz uma alerta na hora do descarte porque as embalagens contém informações dos moradores e podem ser usados de forma indevida por quem recolhe.

Há 10 anos atendendo vários condomínios, ele explica que é comum as pessoas descartarem as embalagens sem se atentar que muitas informações pessoais descritas e expostas.

“Todas as compras vêm com uma etiqueta contendo informações do comprador como endereço, dados pessoais e até mesmo a nota fiscal do produto. A grande maioria não retira essas informações e isso vai para o lixo e a exposição deixa a segurança destas pessoas vulneráveis como um todo”, alerta Angelucci.

Fernando Angelucci orienta a retirada das etiquetas antes de eliminá-las.

Como oferece suporte aos departamentos de controle de acesso, limpeza, zeladoria e ao atendimento aos moradores auxiliando em dúvidas, o síndico reforça que a falta de retirada das informações das embalagens pode ser uma brecha para a ação de pessoas mal intencionadas.

“De posse desses dados pessoais, as pessoas podem tentar acessar o condomínio e a casa de algum morador. Por exemplo, a pessoa pode acessar a portaria e informar que realizará a troca de algum produto e o morador libera a entrada. Neste caso a segurança dele e de dos demais condôminos fica comprometida. Não sabemos o que essa pessoa estranha pode fazer ao ter acesso às residências”, conta Angelucci.

ATENÇÃO TOTAL

Ele orienta sobre a forma correta de retirada das informações pessoais. “É importante que ao retirar as etiquetas e a nota fiscal da embalagem, antes de elas serem descartadas, as pessoas devem recortar ou picar esses papéis e colocá-los no lixo de resíduos, como o da cozinha, por exemplo”, diz ele.

A maioria das embalagens é composta de recicláveis e o descarte deste tipo de material aumentou consideravelmente. “A orientação é evitarem situações que vulnerabilize a segurança. Utilizem os grupos de WhasApp e por meio das redes sociais. Precisamos ficar alertas e manter os cuidados rotineiros”, explica o síndico.

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