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Condomínios se organizam para chegada de carros elétricos

Aos poucos, os carros elétricos estão chegando ao Brasil. Longe de serem uma realidade absoluta por aqui, começam a ser cada vez mais comuns. E acompanhando essa estimativa de crescimento, os condomínios precisam se adaptar para atender e entregar aos moradores praticidade, segurança e economia.

A Estasa Administradora Imobiliária, a pedido dos moradores, instalou estações de recargas para os carros em três condomínios. No Sundance, na Barra da Tijuca, a energia da área comum alimenta o ponto de recarga coletivo e o rateio é feito através de cartões de consumo, que incluem o valor da recarga na taxa de condomínio. O custo de instalação desse ponto foi rateado no valor do condomínio, já que a perspectiva – a médio prazo- é que cada vez mais moradores tenham carros elétricos.

Já no Saint Tropez, também na Barra, foram feitas três instalações individuais diretamente nos relógios dos apartamentos, por conta de cada proprietário. Esse é o mesmo esquema adotado por um condomínio em Botafogo, na zona sul do Rio. O morador Samy Botsman, que possui carro elétrico, explica que é um conforto não ter a obrigatoriedade de ir ao posto de combustível.

“Você pode abastecer seu veículo na sua residência ou no seu trabalho enquanto não usa. Além disso, a questão ambiental, comparativo financeiro, bem como autonomia do carro, pesam na decisão. O risco é muito baixo e as estatísticas comprovam isso”, disse o morador.

Segundo a experiência da Estasa, que administra 600 condomínios no Rio, o custo da instalação pode variar de R$ 2.500,00 até R$ 30.000,00, dependendo da configuração da garagem, do espaço físico e do modelo do carregador escolhido.

De acordo com a gerente geral de Gestão Predial da Estasa, Anna Carolina Chazan, não há um modelo de uso melhor do que outro.

“A escolha de qual projeto será utilizado depende da característica de cada condomínio, se são vagas demarcadas ou não, por exemplo. Também é fundamental que tudo seja instalado por profissionais habilitados e que tenham toda a documentação em dia. Orientamos também que consultem as seguradoras para que avaliem suas coberturas, caso exista algum sinistro.”, explicou.

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