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Perfil do síndico profissional x morador: Veja as diferenças

O que eles devem ter em comum? Competência, seriedade e ética no desempenho das funções. Mas há algumas diferenças no perfil do síndico profissional e no do síndico morador.

Uma delas é que o síndico residente tem outra profissão e o síndico profissional dedica-se exclusivamente à gestão de condomínios.

Enquanto que o morador tem contato diário com os demais residentes do condomínio e, consequentemente com as várias situações que demandam atenção, o síndico profissional atua mais à distância.

Perfil do síndico profissional: Vantagens e desvantagens

Mas isso não significa dizer que ter um síndico profissional é uma desvantagem. Por que, por outro lado, muitas vezes, por não se envolver pessoalmente com alguns tipos de problema, a isenção acaba resultando em melhores soluções e gestão mais imparcial e eficiente.

Outro benefício de contar com um perfil do síndico profissional é que este acaba tendo mais tempo para se atualizar nas questões fundamentais que impactam no dia a dia do condomínio. Por exemplo:

  • Mudanças na legislação;
  • Inovações tecnológicas que permitem mais segurança para todos;
  • Melhorias promovidas por sistemas e processos mais modernos de gestão que possibilitam economia e eficiência;
  • Novos fornecedores que pratiquem preços mais justos.

Por não estar diariamente no condomínio, o síndico profissional estabelece uma relação sólida de parceria com os membros do conselho, moradores e administradora. Sendo assim, ele reúne aliados que acompanham a rotina do condomínio, reportando a ele os temas importantes e emergenciais.

Ele deve ainda, manter uma agenda periódica de visitas presenciais a fim de conhecer de perto os funcionários e eventuais problemas a serem resolvidos.

O ideal é que ele faça plantões previamente avisados para colher opiniões, críticas e comentários dos moradores.

Síndico morador: Por que é melhor ou pior?

Mesmo entre os especialistas, não há unanimidade quando o tema é qual melhor perfil do síndico. Se o síndico profissional ou o síndico residente. Tudo vai depender das qualidades de cada um, do tamanho do condomínio e de outros aspectos que variam bastante caso a caso.

Um ponto de concordância é que um síndico morador, geralmente, tem maior familiaridade com as necessidades do condomínio.

Afinal, morando no local, ele também é um usuário das áreas comuns, equipamentos, serviços prestados por fornecedores, funcionários e terceiros.

Conhecendo bem os demais moradores, na teoria, ele estaria mais apto para a tomada de decisões mais acertadas.

Além disso, em alguns casos, há a vantagem do condomínio poder economizar tendo um síndico morador. Muitas vezes, o síndico residente é “remunerado” por isenção da taxa condominial. Ou por um valor simbólico inferior ao que ganha um síndico profissional.

Responsabilidades e exigências

Apesar de algumas diferenças entre o perfil do síndico profissional e do morador, o que mais importa é ter experiência e capacidade para administrar com sucesso um condomínio.

O que não muda entre eles é o tamanho da responsabilidade civil, criminal, trabalhista, previdenciária e tributária.

O que se sabe é que o mercado mudou. E as exigências dos condôminos cresceram significativamente. Todos querem agilidade na hora de resolver os problemas de segurança e de convivência.

Isso sem falar na necessidade das manutenções rigorosas e que devem sempre estar em dia para que os imóveis continuem valorizados.

Diante disso, disciplina, agilidade, profissionalismo, respeito, transparência e facilidade para a resolução de conflitos interpessoais continuam sendo valores e características exigidas a quem quiser executar o papel de síndico.

Funções do síndico profissional e do síndico morador
  • Cumprir e fazer com que sejam cumpridas as deliberações das assembleias;
  • Conhecer profundamente e fazer valer a convenção do condomínio e seu regulamento interno;
  • Atuar à luz da legislação em vigor;
  • Praticar com sabedoria o exercício democrático na comunidade condominial;
  • Agir com transparência por meio da prestação de contas;
  • Adotar uma comunicação eficaz com os moradores e demais membros da comunidade;
  • Conduzir as assembleias por meio de pautas definidas previamente;
  • Ser organizado e manter toda documentação em ordem;
  • Saber ouvir, ter vontade de servir e determinação para colocar as regras em prática.

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